Exposições


Exposições físicas

Desde sua inauguração no referido prédio histórico do Hospital, o MUHM realizou diversas exposições:
Olhares sobre a História da Medicina;
Retratos da medicina: a história médica do RS;
Mulheres e Práticas de Saúde;
Desafios: a Medicina e a luta pela vida;
A Medicina através dos Selos;
A História do Sindicalismo Médico no Rio Grande do Sul;
Espaços de Saúde e Memória;
As faces da Saúde;
Compartilhando Memórias;
Caminhos do Partenon;
140 anos, Ora Pois! A Beneficência Portuguesa conta sua história;
Simers: 80 anos de História;
Da lepra a hanseníase; As Faces da Saúde (2° edição);
30 anos de AIDS no Rio Grande do Sul: a medicina vencendo a batalha; Medicina e o Futebol;
Os Segredos da Anatomia: um olhar atento sobre a base da vida humana;
História, Memória e Medicina;
Desafios da Medicina;
Trajetória da Dra. Noemy Valle Rocha e Dra. Baronesa Von Bassewitz: o pioneirismo da mulher da medicina;
Dr. Luciano Raul Panatieri e o protagonismo dos médicos negros na história da Medicina do Rio Grande do Sul;
Gripe espanhola: a marcha da epidemia e Desafios da Medicina.
Mulher: saúde e propaganda no início do século XX.

Exposições virtuais

Desafio Medicina

A Medicina tem uma longa história e, no decorrer do tempo, passou por uma série de transformações. Das mãos de leigos a profissionais qualificados: os Médicos; de antigas concepções muitas vezes impregnadas de imaginário e de sobrenatural, a concepções científicas; de técnicas rudimentares a sofisticados procedimentos. A Medicina, neste caminhar em busca de conhecimentos para devolver a saúde, combater as doenças, aliviar a dor, prolongar a vida e torná-la melhor, sempre esteve em uma fronteira entre o conhecido e o desconhecido. Ideias e procedimentos que hoje parecem banais nem sempre o foram. Para que o público possa conhecer mais o acervo e a temática do Museu e aprender um pouco sobre a história da medicina disponibilizamos a exposição virtual “Desafios da Medicina”.

Gripe Espanhola A Marcha da Epidemia

A Gripe Espanhola foi a mais devastadora das doenças do século XX, infectando, em cerca de dois anos, mais de 600 milhões de pessoas. A estimativa do número de mortes chega a 40 milhões em todo o mundo.
A epidemia foi marcada por três momentos. O primeiro, em março de 1918, apresentou mortalidade baixa e não despertou grande preocupação nas autoridades e na população. O segundo, em agosto do mesmo ano, é marcado pela expansão da doença pelo mundo e o aumento da mortalidade. Já o terceiro e menos virulento deles manifestou-se em janeiro de 1919, e estendeu-se até 1920 em alguns países.
Objetivando demonstrar o cotidiano de Porto Alegre (RS) durante os meses de outubro a dezembro de 1918, com a eclosão da epidemia na cidade. A partir de periódicos, documentos oficiais, imagens e objetos foi possível retratar a organização das autoridades públicas, médicas e policiais no combate à doença, bem como o modo como a população recebeu essas estratégias e adaptou-se às mudanças do seu cotidiano.
A exposição virtual é mais um recurso que MUHM oferece ao público, para que possa conhecer a temática e o acervo desta mostra, que está exposta fisicamente no Museu e, a partir dela incentivar o visitante a refletir sobre o momento atual em que vivemos.

Estigma e Isolamento: A hanseníase no Rio Grande do Sul

A Hanseníase é uma doença infectocontagiosa, quase tão antiga quanto a história da humanidade. Também conhecida como Lepra ou Mal de Lázaro, ainda é marcada por estigmas que remontam a um imaginário tão antigo quanto a própria moléstia. Através da sua contextualização histórica e das transformações nas estratégias adotadas no enfrentamento da enfermidade, ao longo do tempo, buscamos apresentar marcas que ela deixou em nossa sociedade. Um processo que acarretou na segregação de indivíduos, num período de isolamento compulsório, justificado por políticas de contenção. Apesar de hoje ela ter tratamento e cura, o estigma ainda faz parte do imaginário popular, dificultando o enfrentamento da doença. Neste sentido o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul apresenta a exposição virtual “Estigma e isolamento: A Hanseníase no Rio Grande do Sul”, retratando a história desta moléstia, educando para a saúde e, assim, colaborando com a desmistificação e com o fim do preconceito secular.

ASSISTIR, EDUCAR E VIGIAR: A TUBERCULOSE EM PORTO ALEGRE

Há registro da presença da Tuberculose ao longo da história, em todo o mundo. A enfermidade foi relacionada a diversos fatores, recebendo diferentes denominações - Tísica, Peste Branca ou Mal do Século - e, ainda hoje, faz milhares de vítimas, mesmo após a descoberta da sua cura. Refletir sobre a enfermidade, as associações e imaginário ligados a ela, bem como as campanhas de combate à tuberculose, permite-nos compreender quais as medidas adotadas e quem eram os agentes envolvidos na luta contra a doença, abordando acontecimentos do final do século XIX até hoje. A necessidade de discutir a questão da tuberculose é urgente, devido ao aumento do número de casos no Brasil, associado principalmente a outras doenças como a Aids. Nesse sentido, o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul apresenta a exposição “Assistir, Educar e Vigiar: A Tuberculose em Porto Alegre” - a fim de somar esforços na luta contra a doença e buscando a educação para a saúde.

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