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21/07/2009 | Versão para Impressão

Rogrio do Amaral Ribeiro aborda a fotografia no Museu: preservao e divulgao

Na próxima quinta-feira (23) às 18 horas acontece, no Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM-RS), a segunda palestra do Ciclo Fotografia do projeto Quintas no Museu, que nesta semana traz o fotógrafo Rogério do Amaral Ribeiro para falar sobre “Fotografia no Museu - preservação e divulgação”. O palestrante é fotógrafo e artista plástico, pós-graduado em Museologia-Patrimônio Cultural e Pedagogia da Arte, bacharel em Artes Plásticas com habilitação em Fotografia pela UFRGS. Diretor de Ensino e Comunicação da Escola de Fotografia Câmera Viajante em Porto Alegre.

A primeira semana teve a historiadora Alice Dubina Trusz com a palestra “Considerações acerca da apropriação das imagens como fontes de pesquisa histórica”. O ciclo encerra no dia 30 com a palestra Um passeio na iconografia fotográfica da La Salpêtrière nas representações da histeria, da historiadora Francisca Ferreira Michelon.

O ciclo acontece no período em que está aberta a visitação a exposição fotográfica “As Faces da Saúde”, resultado da primeira edição do Prêmio MUHM de Fotografia, com trabalhos de profissionais e amadores de todo o país. A mostra conta com 20 fotografias finalistas do 1º Prêmio MUHM de Fotografia, concurso nacional promovido pelo museu e por seu mantenedor, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS),além de um vídeo com imagens participantes do concurso. A expografia e um jogo interativo completam a ligação entre as fotos e o tema “faces” da saúde. No site www.muhm.org.br estão disponíveis os trabalhos vencedores, fotos da inauguração e o vídeo editado por Felipe Henrique Gavioli, foto-documentarista e um dos jurados do concurso. Até 10 de outubro.

A instituição museológica fica no Prédio Histórico do Hospital Beneficência Portuguesa, Av. Independência, 270, Porto Alegre – RS. Informações no portal: http://www.muhm.org.br ou no (51) 3029-2900.


PROGRAMAÇÃO DO MÊS DE JULHO
QUINTAS NO MUSEU

Ciclo Fotografia - Quintas no Museu

16 de julho – 18 horas

Considerações acerca da apropriação das imagens como fontes de pesquisa histórica

Palestrante: Alice Dubina Trusz

Doutora em História pela UFRGS com ênfase em Cultura e Representações. Realizou estágio de doutorado na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris (2005-06).

Tem experiência de pesquisa em História Cultural e da Visualidade, com ênfase em História do Brasil República. Dedica-se especialmente à investigação dos processos históricos de produção, circulação e apropriação de registros visuais (imprensa diária e periódica ilustrada, fotografia, publicidade e cinema) e das práticas culturais que dinamizaram a experiência moderna nas sociedades urbanas, tomando por principal contexto de observação a cidade de Porto Alegre.

23 de julho – 18 horas

Fotografia no Museu - preservação e divulgação

Palestrante: Rogério do Amaral Ribeiro

Fotógrafo e Artista Plástico, Pós-graduado em Museologia-Patrimônio Cultural e Pedagogia da Arte, Bacharel em Artes Plástica com habilitação em Fotografia pela UFRGS. Diretor de Ensino e Comunicação da Escola de Fotografia Câmera Viajante em Porto Alegre.

30 de julho – 18 horas

Um passeio na iconografia fotográfica da La Salpêtrière nas representações da histeria

Palestrante: Francisca Ferreira Michelon

Possui graduação em Licenciatura Plena Em Educação Artística pela Universidade Federal de Pelotas (1988), mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1993) e doutorado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2001).

Uma análise iconológica de 15 fotografias que compõem a obra "Iconographie photographique de La Salpêtrière", que reúne fotografias que Londe realizou para o estudo de Charcto sobre a histeria na década 80 do Séc. XIX, com ênfase às fotografias de Augustine,a paciente mais retratada na iconografia. A análise buscará evidenciar a técnica empregada para o registro em conformidade com alguns princípios que pautam a leitura dos procedimentos científicos no período e, em especial, os procedimentos de Charcot. A análise pontua dois estudos: o de George Didi-Hubermann que propõe a invenção da histeria e de Andrian Gramary que discute a iconografia a partir de vários conceitos, inclusive o de Didi-Huberman. O foco da apresentação é compreender o papel que a fotografia desempenhou nesse contexto científico.

 



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